JESPER HALLE

jesper_aNasceu em 1956, em Oslo, onde vive actualmente. Desde 1984 que escreve para teatro, rádio e televisão, já tendo escrito mais de vinte peças. Nos últimos vinte anos tem vivido da escrita profissional. Escreve sempre materiais para serem representados - letras para canções, sketches cómicos, monólogos, teatro radiofónico, peças para marionetas, séries para televisão e peças para teatro. É no teatro que encontra o centro do seu trabalho. Enquanto os outros trabalhos são trabalho - divertido, bem pago, mas trabalho, escrever para teatro é, para Jesper Halle, amor. Já viu mais de dez das suas peças serem representadas, algumas mais do que uma vez. Trabalhou como dramaturgo no Det Åpne Teater por vários períodos de tempo. As suas principais peças são A Vida é uma Praia de Areia (1990), Patos Selvagens (1996), A Luz dos Dias (1996) - que recebeu o Prémio Ibsen em 1997, A Oeste do Paraíso (2000), 24 Noruegueses, A Mata (2002) - que recebeu o Prémio da Fundação Wilhelm Hansen para Melhor Nova Peça Nórdica e o Prémio Hedda, Os Filhos de Nora. Algumas das suas peças foram representadas fora da Noruega, na Suécia, em Nova Iorque estando neste momento a ser planeadas produções na China e na Rússia. A Mata foi apresentado na Suécia, Estados Unidos da América, Alemanha, Dinamarca e Portugal.

Nas Revistas Artistas Unidos:
A Mata (Revista nº 17)
A Mata - Não Contem a ninguém, mas acho que as minhas peças têm um problema - Conversa com Jesper Halle e Franzisca Aarflot (Revista nº 18)
Todos os espectáculos nos dão prazer, mas gozo real e prazer puro só um em cada cinco e A Mata foi uma dessas experiências - conversa com Pedro Carraca (Revista nº 18)
O teatro norueguês em Portugal - uma apresentação - por Idalou Larsen (Revista nº 18)

Nos Artistas Unidos:
2006
- A MATA de Jesper Halle, encenação de Franzisca Aarflot ( Teatro de Almada); BREVES TEXTOS PARA A LIBERDADE, de José Maria Vieira Mendes, Arne Lygre, Jesper Halle e Gro Dahle.
2008 - BABEL de Miguel Castro Caldas e Jesper Halle, encenação Franzisca Aarflot (Citemor-Montemuro); NORUEGA-LISBOA-NORUEGA (Fundação Calouste Gulbenkian; São Luiz Teatro Municipal).

Teatro da Politécnica

Bilheteira

3ª a Sáb. das 17h00 até ao final do espectáculo

Preços:
Normal | 10 Euros
Descontos | estudantes | – 30 | + 65 | Grupos >10 | Protocolos | Profissionais do espectáculo | Dia do espectador (3ª) - 6 Euros

Bilhetes à venda

No Teatro da Politécnica, Reservas | 961960281, 212473972, www.bol.pt, Fnac, Worten, CTT, El Corte Inglês, Pousadas da Juventude, Serveasy, Pagaqui. Para INFORMAÇÕES/RESERVAS: Ligue 1820 (24 horas).

E fora da Politécnica

a voz dos poetas prog A VOZ DOS POETAS
Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica)

23 de Setembro – Mário Cesariny por Maria João Luís e Jorge Silva Melo
11 de Novembro – José Gomes Ferreira por João Meireles (distribuição em curso)

EM VOZ ALTA prog EM VOZ ALTA
os nossos poetas leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Livrinhos de Teatro

K 124 Enda W

BALLYTURK
de Enda Walsh
Livrinhos de Teatro nº 124 Artistas Unidos/Cotovia

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