A ÁFRICA DE JOSÉ DE GUIMARÃES de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar

Montagem Junho 2012 04 1 A ÁFRICA DE JOSÉ DE GUIMARÃES de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar
Imagem José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem César Casaca /Paulo Menezes Som Armanda Carvalho Música João Madeira Montagem Vítor Alves e Miguel Aguiar Realização Jorge Silva MeloMiguel Aguiar Uma Produção Artistas Unidos / Com o apoio Guimarães 2012 -Capital Europeia da Cultura

Ante-estreia a 21 de Setembro, às 21h30, no Centro Internacional de Artes José de Guimarães, Plataforma das Artes e da Criatividade (Guimarães)
Exibição na RTP2 a 6 de Março às 23h00

No meio de Lisboa, em 2010, como em Roma, a exposição de arte tribal de José de Guimarães. "O artista olha com orgulho para as manchas que alguns objectos conservam, vestígios de sangue de animais. Nos relicários há ossos, pedrinhas, objectos de feitiçaria." (Ana Henriques) A Guimarães, interessam os dispositivos do primitivismo e, na sua arte, recria a gestualidade sagrada. Mas nesta Lisboa a que a África regressa por inesperada volta do colonialismo, nesta Europa cansada, o que trazem estas artes integradas na comunidade, participando nela, garantindo a fecundidade, a saúde, o esconjuro da morte, a evocação perturbada dos deuses, a fraternidade cúmplice com os animais"?
Desde os anos 90, que Guimarães constrói os seus próprios relicários, caixas com objectos do quotidiano dentro - espinhas de peixe, escovas, néons. Mas como é que as rudes peças tribais podem ter inspirado uma arte tão urbana? O que fomos, europeus, procurar nesta arte há mais de um século, que fomos encontrar nestas comunidades que para sempre mudaram a nossa percepção do mundo? E se, desde Picasso, a arte tribal passou a nossa contemporânea, que foi que nela calámos?
Nas ruas de Lisboa ou de Roma, que feitiços se fazem, que esconjuros, que madeira se talha? Para que sacrifícios correm estes homens nos subúrbios africanos?

"O Minho deu-me as cores, África o sentido do mito"
José de Guimarães

Teatro da Politécnica

retrato prog RETRATO DE MULHER ÁRABE QUE OLHA O MAR
de 31 de Outubro a 8 de Dezembro
oteatro joaovieira prog VOLTAR A VER O JOÃO (VIEIRA)
de 31 de Outubro a 8 de Dezembro

Bilheteira

3ª a Sáb. das 17h00 até ao final do espectáculo

Preços:
Normal | 10 Euros
Descontos | estudantes | – 30 | + 65 | Grupos >10 | Protocolos | Profissionais do espectáculo | Dia do espectador (3ª) - 6 Euros

Bilhetes à venda

No Teatro da Politécnica, Reservas | 961960281, www.bol.pt, Fnac, Worten, CTT, El Corte Inglês, Pousadas da Juventude, Serveasy, Pagaqui. Para INFORMAÇÕES/RESERVAS: Ligue 1820 (24 horas).

E fora da Politécnica

DO ALTO DA PONTE 2 prog DO ALTO DA PONTE
No Teatro Municipal de Vila Real a 19 de Outubro
No Teatro Municipal de Bragança a 27 de Outubro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 3 de Novembro
No Teatro Nacional de S. João de 8 a 25 de Novembro
No Teatro Aveirense a 30 de Novembro
Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garret a 1 de Dezembro
No S. Luiz Teatro Municipal de 10 a 27 de Janeiro de 2019
Em Faro, no Teatro das Figuras a 31 de Janeiro de 2019
No Teatro Municipal de Almada a 9 e 10 de Fevereiro de 2019
Em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi a 16 de Fevereiro de 2019
Em Viana do Castelo, no Teatro Municipal Sá de Miranda a 16 de Março de 2019
fernando lemos prog FERNANDO LEMOS. Como, não é retrato?
Em Coimbra, no Caminhos Film Festival, Mini-Auditório Salgado Zenha a 30 de Novembro, às 18h00

EM VOZ ALTA prog EM VOZ ALTA os nossos poetas
a voz dos poetas prog A VOZ DOS POETAS
12 de Novembro Luís Vaz de Camões por Jorge Silva Melo
Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica)

Livrinhos de Teatro

assinaturas2019

Assinaturas Livrinhos de Teatro 2019

Assinar »»

Subscrever Newsletter