BIRDLAND de Simon Stephens

BIRDLAND de Simon Stephens - fotografia de Jorge Gonçalves

BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral, Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo A Classificar pela CCE

Estreia a 14 de Abril no Teatro da Politécnica

Paul Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?
Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.
Jorge Silva Melo