BRUNO BRAVO

Bruno Bravo

Trabalhou com Carlos Avilez, Rui de Matos, Henrique Nicolau e Sandra Faleiro. Participou em Vidas Silenciosas de João Fiadeiro, Universos e Frigoríficos de Jacinto Lucas Pires (enc.: Manuel Wiborg), Areena (enc.: Carla Bolito e Rafaela Santos) e Merlim de Tankred Dorst (enc.: João Brites). Encenou em 2000 Divisões de Brian Friel e com Élvio Camacho criou As Rosas Suicidam-Se a partir de Gómez de la Serna. É sócio fundador da Primeiros Sintomas, onde dirigiu espectáculos a partir de textos de Francisco Luís Parreira, Miguel Castro Caldas e Samuel Beckett.
No cinema participou na curta-metragem Estou Perto de Sandro Aguilar e em Quando Troveja de Manuel Mozos.

Nos Artistas Unidos:
1997 O FIM OU TENDE MISERICÓRDIA DE NÓS de Jorge Silva Melo (Culturgest/Litografia Portugal)
1998 – A QUEDA DO EGOÍSTA JOHANN FATZER de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Variedades); O AMANTE DE NINGUÉM de Manuel Wiborg (Sem Deus Nem Chefe 1); AOS QUE NASCEREM DEPOIS DE NÓSCANÇÕES DO POBRE BB com direcção cénica de Jorge Silva Melo (Festival Teatro de Almada).
1999 – NA SELVA DAS CIDADES de Bertolt Brecht, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro da Comuna).
2001 – A HISTÓRIA DO ESCRIVÃO BARTLEBY de Francisco Luís Parreira, encenação de João Meireles (A Capital Teatro Paulo Claro).