RUA GAGARIN de Gregory Burke Tradução João Rosas Com Francisco Pereira de Almeida, João Vicente, Nuno Gonçalo Rodrigues e Rúben Gomes Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de encenação Joana Pajuelo Encenação Andreia Bento A Classificar pela CCE
No Teatro Paulo Claro de 12 de Novembro a 19 de Dezembro
3ª e 4ª às 19h30 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
GARY Estes cabrões é que mandam. Não t’iludas foda-se. Os políticos já não interessam um caralho.
Gregory Burke, Rua Gagarin
Num armazém de uma multinacional, alguns trabalhadores tentam organizar um golpe. O que aparentava ser um roubo, revela-se um exercício de violência com pretensão de declaração política e uma demonstração de poder.
Rua Gagarin é uma mistura de anarquia, comunismo e comédia negra. O autor quis escrever uma peça sobre: “economia – a real fonte de poder na sociedade global – e a infinita capacidade do Homem para se auto-iludir”. Uma peça cruel e divertida onde tudo corre, terrivelmente, mal.